| 13-Set-2009 | |
Neste Domingo, realizou-se um almoço-comício no Pavilhão Atlântico, que constituiu a iniciativa mais participada do Bloco de Esquerda, juntando 2.500 pessoas. Na sua intervenção, Francisco Louçã dirigiu-se ao eleitorado socialista "que deu as maiorias absolutas" afirmando que o seu partido é o único que "enfrenta" o PS e combate políticas como "o Código do Trabalho ou a perseguição aos professores". O coordenador do Bloco falou em "tempo de decisão". Ver fotogaleria.Discursando no final de um almoço/comício na sala Tejo do Pavilhão Atlântico, o coordenador bloquista apelou ao voto dos socialistas e referiu que “a campanha de ódio dirigida pela direita em relação ao Bloco” demonstra que o seu partido é a “esquerda grande”. Louçã começou por lançar críticas a Santana Lopes por “sair à liça” em defesa de Sócrates e disse que o Bloco tem “uma aliança e uma coligação com quem trabalha”, "com as vítimas da crise". “A quem votou no PS há quatro anos e meio, dizemos que acabar a maioria absoluta é o princípio do fim da aventura irresponsável”, declarou Francisco Louçã, para em seguida se dirigir “sobretudo àqueles que na hesitação, na dúvida, não sabendo o que vai acontecer, até acham que ainda se pode fazer alguma coisa votando no PS”. “Sabem que no dia a seguir a terem votado no PS vão acordar com uma ressaca monumental e se vão perguntar como é que é possível que possa continuar a política contra a educação, contra o emprego e o partido dos negócios”, acentuou. Em jeito de apelo, o dirigente do BE rematou: “A esses é que temos de falar e a esses dizemos, é tempo de decisão”.
No almoço-comício intervieram ainda Ana Drago e Luís Fazenda.
Ana Drago considerou que "é chocante ouvir Sócrates dizer que a recessão técnica acabou e mostrar-se satisfeito com a sua governação" e questionou o significado deste discurso. Para a deputada bloquista a escolha do PS de Sócrates é a subordinação ao mercado: "a estratégia das privatizações aceleradas, das parcerias público-privadas, das concessões ruinosas no âmbito das obras públicas, a escolha é dar ao mercado tudo o que ele exige". Ana Drago salientou ainda que esta política gera o medo: do desemprego, dos "despedimentos abusivos", "das famílias que sabem que os seus filhos não podem continuar nas universidades", dos reformados perante as suas magras pensões... "A política do medo tem sido a escolha da elite que nos tem governado", disse Anda Drago, acrescentando que à política do medo o Bloco responde com democracia.
Luís Fazenda falou das "mistificações de Sócrates" na modernização dos direitos civis. O deputado bloquista salientou que "foi preciso o Bloco de Esquerda apresentar uma nova lei do divórcio, para que o PS viesse atrás", "foi necessário que o Bloco tivesse desencadeado um conjunto de iniciativas à volta do casamento entre pessoas do mesmo sexo, para o PS primeiro ter votado contra e agora vir prometer o que votou contra", sobre a "morte digna, uma nova etapa de luta pelos direitos civis em Portugal, já só está no testamento vital"e concluiu: sobre a modernidade dos direitos civis, não acreditem em conversões de última hora, confiem no Bloco de Esquerda, que tem sido o catalisador das lutas pelos direitos civis.
O almoço-comício terminou com um concerto com os Tora Tora Big Band.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Louçã: "É tempo de decisão"
domingo, 13 de setembro de 2009
Abertura da Campanha Eleitoral - Legislativas 09
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Francisco Louçã VS Ferreira Leite
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Trabalhadores da Faurecia dão luz verde à greve
| 02-Set-2009 | |
Em protesto contra o Lay-off de 20 dias anunciado pela administração da Faurecia - a maior empresa fornecedora da Auto-europa - os trabalhadores votaram esmagadoramente a favor da greve, em referendo promovido pela Comissão de Trabalhadores. Em declarações ao Esquerda.net, Daniel Bernardino, da CT, garante que a greve é inevitável, a menos que a administração recue na reunião desta quarta-feira à tarde. Participaram no referendo 295 trabalhadores, correspondendo a 85% do total de funcionários da empresa. Destes, 256 disseram sim à greve (86,75%), apenas 36 se posicionaram contra (12,2%), e três trabalhadores votaram branco. Em causa está o lay-off de 20 dias anunciado pela administração da empresa, a ser realizado entre este mês de Setembro e Fevereiro de 2009. Segundo a CT, "se a medida for aplicada entre três a quatro dias por mês, pode cada trabalhador (em média) receber menos 180 a 240 euros mensais". Qualificando o referendo de "mais um momento de democracia da nossa empresa e do país", a Comisssão de Trabalhadores congratula-se com a "grande adesão à votação por parte dos trabalhadores" e promete "dar seguimento às pretensões da maioria". Para esta tarde está agendada uma reunião entre CT e administração. Se não houver recuo patronal quanto ao lay-off, os trabalhadores partem mesmo para a greve. Consulta o blogue da Comissão de Trabalhadores da Faurecia |
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Francisco Louçã: “A crise tem responsáveis”
| 31-Ago-2009 | |
“A crise tem responsáveis. Os responsáveis têm nome. É preciso acabar com a irresponsabilidade”. Assim sintetizou Francisco Louçã, no encerramento do Socialismo 2009, as ideias fundamentais do Bloco para estas eleições. Louçã fechou a iniciativa de debate e proposta do Bloco Esquerda em Almada (Cacilhas) com um discurso de alternativa ao “bloco central” e à direita. O coordenador do Bloco falou da necessidade de “democracia e justiça na economia”, e adiantou medidas concretas para combater o desemprego, a crise e os seus responsáveis. Ver galeria de fotos do Socialismo 2009. Francisco Louçã discursou este domingo, dia de encerramento do Socialismo “O Bloco tem razão”, disse Louçã referindo-se a propostas já avançadas no programa eleitoral como a transparência pública, o imposto sobre as grandes fortunas, o fim do sigilo bancário ou as propostas fundamentais em relação à segurança social. “Há uma dívida que tem de ser paga a quem trabalhou a vida inteira”, disse Louçã. Foi uma das mais aplaudidas frases da tarde. Francisco Louçã qualificou ainda as propostas de governação do “bloco central” de “aventura irresponsável, de devastação e de desemprego”. “É preciso uma maioria que seja fiel à esquerda”, disse. Veja a intervenção na íntegra em quatro vídeos: primeiro, segundo, terceiro equarto. |
O que eles "sabem"
Diz Murteira Nabo que o "papel do Estado é fundamental". Não se escusa também de dizer que " a economia portuguesa não é ainda suficiente madura para ter um modelo neo-liberal". Pena é só agora ter chegado a essa conclusão.
Querem fazer mais experiências à custa de pouco dinheiro dos que já têm pouco, para depois dizerem...afinal enganámos-nos...outra vez!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Apresentação da candidatura autárquica - 13.08.09
O Bloco de Esquerda apresentou hoje, pelas 15 horas, no Tribunal da Marinha Grande as Listas de Candidatos ás Autárquicas 2009.
Foi, assim o primeiro partido político a apresentar a sua Candidatura.
Estiveram presentes os Candidatos Amândio Fernandes, José Rodrigues, António Gomes e José Silva. A apresentação da Candidatura contou ainda com a presença dos Mandatários: Mandatário de Candidatura - Alexandre Moreira, advogado, de 31 anos, Mandatária para a Juventude - Joana Gomes, Estudante, 18 anos e o Mandatário Financeiro - Vitor de Sousa, Reformado, de 60 anos e ainda a Delegada do BE Cristiana de Sousa, 29 anos, Administrativa.
O Bloco de Esquerda "tem a coragem de pôr as pessoas em primeiro lugar", e é a "OPÇÃO" no Concelho.
A candidatura do Bloco de Esquerda, "SEM TELHADOS DE VIDRO", aos órgãos autárquicos municipais da Marinha Grande é constituída por uma equipa responsável, consciente do desafio que tal tarefa encerra e capaz de assegurar uma intervenção que concorra para o esforço colectivo necessário ao desenvolvimento local e procura do bem-estar da nossa gente.
O programa desta Candidatura de homens e mulheres assenta sobre o propósito de contribuir para uma maior transparência do exercício das funções autárquicas e, consequentemente, na procura de um maior envolvimento da população nos actos próprios da administração local contribuindo, deste modo, para uma maior proximidade entre quem está eleito e quem elege. Do ponto de vista das grandes opções, o programa do Bloco de Esquerda assenta sobre três eixos de desenvolvimento fundamentais. Eixos esses que queremos estratégicos e, simultaneamente, como pano de fundo para o desenvolvimento de todas as politicas municipais. São eles: Gestão Autárquica, a Cultura e o Ambiente.
Lista á Câmara Municipal:
- Amândio João Paula Fernandes, 52 anos, Técnico de vendas
- Ana Maria de Sousa Reis Mendes, 39 anos, Professora
- Fidel Sousa Franco, 33 anos, Advogado
- Nuno Miguel Lopes Machado, 35 anos, Verificador de Qualidade
- Isabel Maria dos Santos Rodrigues, 54 anos, Assistente Técnica
Lista á Assembleia Municipal:
- José Joaquim Saraiva Rodrigues, 57 anos, Professor
- Cristiana Martins de Sousa, 29 anos, Secretária Administrativa
- Alexandre Paulo Ferreira Moreira, 31 anos, Advogado
- Marco Alexandre Marques da Silva, 26 anos, Engenheiro de Ambiente
- Aurélia Lopes Pereira de Sousa, 31 anos, Gestora de Recursos Humanos
Lista á Junta de Freguesia da Marinha Grande:
- António Manuel Fonseca Gomes, 47 anos, Electricista
- Vítor Francisco Pereira de Sousa, 60 anos, Reformado
- Liliana Paula Nunes Fernandes, 30 anos, Enfermeira
Lista á Junta de Freguesia de Vieira de Leiria:
- Vítor Jorge Garcia das Neves, 36 anos, Responsável Comercial
- Aquilino Ferreira, 53 anos, Designer Gráfico
- Natália Sofia Nunes Pedrosa, 28 anos, Assistente Operacional
Lista á Junta de Freguesia da Moita:
- José de Jesus da Silva, 53 anos, Metalúrgico
- Pedro Manuel das Neves, 33 anos, Programador
- Leandra Filipa Marques da Encarnação, 23 anos, Operária Fabril
Saudações Bloquistas
Cristiana
